Mudança – o quanto fervemos para mudar!

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Mudança tem muitas camadas, passa por várias fases e vai de muitas estações. Segundo o poeta Norte Americano Ralph Waldo “fervemos a graus diferentes”, cada um é um, em referência às manifestações da ira ou da raiva, tratado no seu contexto.

Puxando um gancho para o grau da capacidade de mudança em cada um de nós, surge uma infinidade de questionamentos. O quanto fervemos ou não para mudar algo em nós, num jeito de ser, de pensar, de se relacionar, na mudança de um comportamento?  Mudança na maneira de realizar um processo, mudar de local, abrir um novo negócio, de transformar algo, de inovar? O quanto por cento de esforço é necessário ou satisfatório para provocar e realizar a mudança que almejamos?

Nada como a experiência de uma mudança realizada para dar o tom. Passamos pelo crivo do grau de fervura e do esforço realizado no processo de mudança, quando da criação da Onexo. A plataforma que traz a inovação para o food service, quanto aos registros dos processos do dia a dia – temperaturas, amostras, desperdícios, etc. – sem o uso de planilhas físicas, com dados em nuvem e possíveis de serem monitoramentos à distância. Durante o processo de implementação da mudança, nosso grau de fervura foi a mil, e continua a borbulhar, somado ao esforço empregado para mudar, que foi e continua sendo grandioso.

É da criação, é da natureza instintiva mudar. Ela nos cutuca, bate à porta, nos instiga em vários momentos. São muitas as chances e muitas as oportunidades de mudanças no transcorrer de nossas jornadas. Não dá simplesmente para fechar os olhos e prosseguir de qualquer jeito, afinal, a mudança tem a ver com a oportunidade de transformação do nosso projeto de vida e do nosso entorno. Já parou para ouvir, para abrir a porta para a mudança?

Quando somos atraídos para algum tipo de mudança, principalmente, sobre as quais sabemos muito pouco, isso pode nos assustar. Melhor é convidar a ideia da mudança a se sentar conosco, tomar um pouco de chá ou café, um suco quem sabe, e conversarmos para que possamos descobrir o que a provocou. No caso da Onexo, foram muitos chás, cafés, sucos, muitas conversas, muito esforço em construir e descontruir o projeto, para novamente refazer, para tender de forma digital, uma demanda do mercado do food service. Dados dos monitoramentos dos processos na palma da mão de onde se estiver. Não fugimos da conversa e nem de mudar o rumo quando necessário. O importante foi a determinação e uma camada adequada de esforço, aplicado à demanda da mudança a ser realizada.

O começo foi mais difícil, mais penoso, mas passado um trecho da mudança a que nos propomos ou lá pela na metade do caminho, a mudança começou a fluir gradualmente, pois ela própria criava mais força e mais determinação. Foi quando sentimos que não tinha mais volta, era inovar ou inovar, era a mudança, era a Onexo acontecendo. Foi o momento de dizer ou sentir que a chave virou.

A determinação, como nos referimos, foi um aspecto muito importante na trajetória da construção da Onexo, aliada é claro, a doses contínuas de paciência e persistência.

Cirlei Donato – Ceo da Onexo e da Nutriconsulting

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